Ataque que matou atendente de caixa queimada em MG: o que se sabe e o que falta esclarecer

  • 22/04/2026
(Foto: Reprodução)
Polícia Civil investiga ataque com fogo que deixou jovem gravemente ferida em Delfinópolis A jovem Íris Cândida, de 24 anos, morreu no domingo (19), após ficar oito dias hospitalizada em decorrência de queimaduras provocadas por um ataque que sofreu de uma mulher enquanto trabalhava em um mercado na zona rural de Delfinópolis (MG). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Íris teve cerca de 40% do corpo queimado e não resistiu aos ferimentos. O corpo foi enterrado na segunda-feira (20). Até a última atualização desta reportagem não havia resposta da defesa da jovem presa pelo crime. A polícia não divulgou informações sobre a investigação. O g1 reuniu o que se sabe e o que falta esclarecer sobre o ocorrido. Veja abaixo: Quem era a vítima? Como foi o crime? Como o crime foi registrado? O que aconteceu após o ataque? Quem é a principal suspeita? Qual a motivação do crime? Como estão as investigações? 1 - Quem era a vítima? Íris Cândida teve o corpo queimado em mercearia de Delfinópolis Reprodução / Redes Sociais Íris Cândida tinha 24 anos e trabalhava no mercado do tio, no distrito de Olhos D'Água, na zona rural de Delfinópolis (MG), como caixa. Segundo o proprietário do estabelecimento, ela já trabalhava no local há algum tempo. 2. Como foi o crime? Em 11 de abril, por volta das 13h, uma jovem entrou na mercearia, comprou um frasco de álcool e após pagar, o abre e joga o líquido sobre Íris, que estava no caixa recebendo a compra. Em seguida, a suspeita foi atrás da vítima, que tentou fugir, e ateou fogo nela com um isqueiro. O ataque foi filmado por câmeras de segurança (veja vídeo acima). 3. O que aconteceu após o ataque? Após o ataque, Marcela deixa a mercearia caminhando. Vizinhos ouviram os gritos de socorro de Íris e prestaram os primeiros atendimentos até a chegada do resgate. Íris foi socorrida por vizinhos e levada ao hospital de Delfinópolis e depois transferida para a Santa Casa de São Sebastião do Paraíso, onde há unidade especializada em queimados. Jovem que ateou fogo em atendente por ciúmes do namorado é presa em Delfinópolis 4. Quem é a principal suspeita? Polícia Civil investiga ataque com fogo que matou atendente de caixa em Delfinópolis, MG Imagens cedidas Segundo a Polícia Militar, a suspeita do crime é Marcela Alcântara Santos, de 18 anos. Ela não era moradora do distrito e teria chegado à comunidade para trabalhar na lavoura. Ela foi presa na tarde de segunda-feira (20) em Delfinópolis. De acordo com a corporação, ela foi localizada em uma casa abandonada nas proximidades do distrito de Olhos d’Água. 5. Qual a motivação do crime? A principal hipótese da polícia é que Marcela tenha praticado o crime por ciúmes. De acordo com a PM, o namorado contou que horas antes do crime esteve no mesmo mercado com a suspeita e que, no momento do pagamento, havia conversado com Íris no caixa e que o episódio teria provocado ciúmes, o que pode ter motivado o ataque. A hipótese de ciúmes ainda precisa ser confirmada pela investigação. 6. Como estão as investigações? Para conseguir identificar a suspeita, a polícia analisou imagens de câmeras de segurança e ouviu testemunhas. Para efetuar a prisão de Marcela, a polícia realizou buscas nos municípios mineiros de Delfinópolis e Cássia, e em Franca, no interior de São Paulo. Até a última atualização desta reportagem não havia resposta da defesa da jovem presa pelo crime. A polícia não divulgou informações sobre a investigação. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

FONTE: https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2026/04/22/ataque-que-matou-atendente-de-caixa-queimada-em-mg-o-que-se-sabe-e-o-que-falta-esclarecer.ghtml


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